Projeto Vivendo e Reaprendendo

Ação do CPIP que oferece um espaço de convivência com suporte técnico adequado e atividades laborativas, tendo como objetivo a ressocialização dos usuários.

Nesse projeto são desenvolvidos diariamente grupos de convivência, atividades de estimulação cognitiva, oficinas de artes, colagem e mosaico, além de passeios que impulsionam a ressocialização dos nossos beneficiários.

"Cada trabalho que eu faço é como se fosse meu espelho, pois são coisas minhas que estão dentro daquele trabalho e poucas pessoas me conhecem realmente."
Maria Izabel
Beneficiária do Projeto Vivendo e Reaprendendo

Saiba mais sobre as atividades:

Mais informações em breve.

Atividade conduzida pela voluntária Simone Rocha.

Sabe-se da importância de criar ações na área que integra a rede de atenção à saúde mental, possibilitando a inclusão social, o resgate da autonomia e da autoestima dos usuários envolvidos, que proporcione melhoras na sua qualidade de vida. Pois, os transtornos mentais graves acarretam comprometimento de funções sociais, cognitivas e afetivas, atingindo graus diferenciados em cada caso.

A criação das oficinas propicia a valorização do trabalho, por intermédio da interação social e ressocialização, ao envolvê-los oportuniza a criação de novas maneiras de “fazer arte” dentro de suas limitações, com experiências que proporcionam bem-estar, e podem desacomodar daquilo que já conhecem como fatores limitantes.

Ao aprender as técnicas de produção dos trabalhos manuais, os alunos se dão conta que apesar da condição psiquiátrica, eles podem ser produtivos, isso eleva sua autoestima. Tal processo acaba incentivando a produção e a venda dos produtos,  podendo até incluir essas pessoas no mercado de trabalho.

Objetivo:

  •         Desenvolvimento de habilidades manuais, atenção e psicomotricidade fina;
  •         Desenvolver e aprimorar as capacidades dos alunos;
  •         Criar e promover desafios a serem encarados no modo de arte;
  •         Confeccionar objetos a serem comercializados para fins de manutenção dos materiais e entidade,
  •         Possibilitar que aprendam a técnica e utilizem como geração de renda individual;

Objetivo: Estimular as funções executivas dos pacientes e facilitar a generalização dessas capacidades para o dia a dia desses pacientes.

Sabe-se que a estruturas neurocognitivas fazem parte do entendimento da maioria dos transtornos mentais, principalmente os transtornos mentais graves. Entre os transtornos mentais graves, todos apresentam como similaridade déficits nas funções executivas, entre elas: atenção, organização, planejamento, tomada de decisão, memória de trabalho e flexibilidade cognitiva. Como uma forma de abordagem na reabilitação desses pacientes, torna-se interessante uma oficina que estimule o melhor funcionamento dessas capacidades cognitivas.

Atividade conduzida por Katiúscia Nunes.

Seção em construção.

Objetivos: Estimular a construção da autonomia dos sujeitos por meio da problematização, da troca de informações, experiências e da reflexão sobre assuntos do dia a dia.

 A partir da necessidade de espaços de diálogo para se expressarem, que o grupo de conversa possa auxiliar a lidarem de maneira efetiva com espaços coletivos, aprendendo a dialogar com pessoas diferentes do contexto familiar. Não é um grupo terapêutico, mas pode desencadear aspectos terapêuticos.

Atividade conduzida por Danielli Silva.

A proposta da atividade é apresentar, todo encontro, um filme, documentário, show ou musical para que as histórias estimulem o entretenimento e o debate, importantes para o convívio.

Atividade conduzida pelos voluntários: Beatriz Boher, Bianca Bueno e Guilherme de Faveri.